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A independência dos três poderes é o garante da Democracia. Sempre achamos que é e tem sido assim no Brasil. Não é. Desde sempre, ao que se dá o nome "negociação" tem sido a maneira dos poderes ficarem "arrumados" e a população...
Quando esse governo disruptivo tenta peitar essa tal "negociação" surge o conflito e isso é uma total "descaratice" do Congresso e do Judiciário.
Um Executivo independente e com a legitimidade dos votos para o comando tem suas prerrogativas para governar, e deve ser assim no regime presidencialista que adotamos.
Cabe ao Congresso melhorar essas iniciativas no interesse da população e ao Judiciário a conformidade na Constituição.
Essa desejada relação harmônica e proveitosa não existe porque o Congresso chantageia aprovações em troca de benefícios pessoais e o Executivo não encontra forma de diálogo que o endosse. Ambos erram.
"Na briga do mar com o rochedo quem apanha é o marisco!" 

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Um caso hipotético. Um empresário no setor financeiro, reeleito governador, foi beneficiado por ter sua empresa sido autorizada a abrir um novo tipo de linha de crédito, derivado da aprovação de lei editada pelo Executivo. Seria ético o empresário prestar apoio político a esse Executivo? Não deveria haver nenhum benefício por iniciativas políticas a quem ocupa cargos públicos? Deveria quem ocupasse cargo público abandonar totalmente qualquer atividade empresarial? Ser empresário e político ao mesmo tempo pode ser compatível? Seria assim também em outros países? Apesar da lei autorizar, seria ético? Não permitir retiraria o direito de alguém empreender? Deveria haver um recesso durante e após o mandato como nos casos de cargos públicos que passam ao setor privado? 
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