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Como explicar tanta coisa errada? Cultura? Educação? Não! É muito proveitoso o exemplo de Nogales no México. Cidade cortada por um muro que não separa culturas mas governos... mesmo povo, mesma história, mesmo clima, mesmo solo... Essa questão é torturante... o porquê disso... Culpamos os políticos quando estes somos nós próprios, e nesse círculo infernal vamos girando sem sair do lugar. A democracia direta não cabe mais e a representativa quem deve representar de fato? Não é o povo, esse ente sem cara... não encontro outra resposta melhor que a figura do empresário! É ele o agente de tudo! É ele o criador da classe média, e é esta que molda e harmoniza a sociedade. Desde a Declaração de Direitos até a Constituição Americana, está lá patente que quem manda não é o tal "povo"; quem manda são os burgueses, os empresários, e não o cidadão comum consumidor pagador de impostos. A ele é dado o direito de escolher o burguês que lhe dá melhor emprego e maior renda. Os empresários des
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Uma das formas mais comuns de corrupção nas administrações públicas é o concurso combinado para aquisição de bens e serviços.  Regra geral, a título de transparência, atualmente em quase todos órgãos existem plataformas online onde se disponibilizam as informações desde os editais até o resultado dos concursos. Se através de uma simples consulta mais pormenorizada por parte de um cidadão comum ou de um meio de comunicação investigativo se pode chegar a um delito, pergunta-se porque não há uma fiscalização oficial isenta que aponte e evite esses crimes...
Durante a Idade Média, o Islamismo foi proeminente na Ciência e na Cultura graças ao poder de seus governantes dinásticos. O posterior surgimento das repúblicas muçulmanas, caracterizadas pelo revanchismo colonial, forte influência religiosa e baixa participação e educação popular, criou regimes ditatoriais e movimentos terroristas que vêm perpetuando-se através da manipulação radical dos seus textos sagrados. As monarquias remanescentes que sobrevivem às custas do petróleo, apesar de economicamente mais desenvolvidas e estáveis, tampouco tornaram-se democráticas e representativas. Seria necessária uma grande Reforma, como o protestantismo cristão do século XVI, para desfazer o monopólio governativo dos líderes religiosos e democratizar aqueles povos; a formação de governos laicos que levassem educação e desenvolvimento social às suas populações, fazendo-as de fato representadas e participantes da política local e internacional de uma forma construtiva.
O Frankenstein legislativo ganhou vida própria. A necessária norma reguladora consensual tornou-se fisiológica, e com ela uma torrente de obrigações onerosas que aproveitando-se de um justo acordo coletivo, visou na verdade criar benefícios particulares. No Brasil, no âmbito da Legislação da Segurança do Trabalho, tão bem fundamentada e desenvolvida a partir das pioneiras CIPA's, a norma expandiu-se englobando a Saúde e o Ambiente. Tomou um corpo enorme. Em especial no setor da Engenharia Civil, recordista em acidentes de trabalho, tornou-se pesada estrutura administrativa com poderes às vezes maiores que o próprio resultado dos contratos. Com indiscutível objetivo explícito, mas perversamente corporativa, acabou substituindo em muitos casos o seu papel low profile colaborante, pelo de protagonista do próprio negócio. Esse monstro, à guisa da proteção do empregado na defesa disfarçada de sua saúde e do Ambiente, quase investido de funções sindicais conflitantes com os interesses do
A música é como um quadro que pintamos de olhos fechados toda vez que a ouvimos. Cada instrumento uma cor, cada nota uma gradação de cada uma das cores, e todos esses se juntam, com maior ou menor intensidade do pincel, numa mesma figura que se repete infinitas vezes, e em diferentes imagens, diante dos nossos sentidos. 
A iniciativa privada é a causa e o desenvolvimento é o efeito. O de todos é consequência direta e indissociável de apenas um. O germe do desenvolvimento humano reside na vontade individual de criar, produzir, transacionar e lucrar em benefício próprio, ao mesmo tempo que identifica, oferece e supre as necessidades dos outros, e que sem esta não seriam atendidas. Sempre havendo assim, demandas identificadas por alguém que se dispusesse a atendê-las, em troca do seu ganho particular. Tão bem comparado por Smith com a mão invisível que nos leva o bife ao prato no jantar. A iniciativa privada para obtenção do ganho particular é o único e imprescindível fator para o desenvolvimento e bem-estar de toda a sociedade. Em nenhum momento se pode perder de vista, que é da salutar ambição pelo ganho particular que se cria a riqueza que se distribui por todos. Nenhuma forma consentida de governo pode contrariar esse princípio, devendo mesmo fazer dele sua razão, para com equidade assegurar a distrib
O voto distrital, ou seja, aquele que vincula o candidato à área de um restrito número de eleitores que o conhecem bem, o distrito, é de fato bastante representativo. O chamado recall, que obriga o compromisso do voto sob pena da devolução do mandato, é mais uma ferramenta para tornar mais eficaz a vontade do verdadeiro imanente do poder, o eleitor. Quando o exercício da cidadania está consolidado, esta relação direta funciona naturalmente na medida em que o eleitor decide de fato como quer que o governo atue. Quando os cidadãos ainda não estão comprometidos com essa responsabilidade, e os candidatos por isso menos responsabilizados, resultaria melhor o voto em lista fechada no partido. O voto partidário nesse contexto, apesar dos nomes dos candidatos não corresponderem à escolha pessoal do eleitor, propiciaria um compromisso menos arriscado quando não há essa relação individual e mais seguro com o conjunto, mais ideológico e de programa partidário, e que não deixaria de poder ser reto