O
problema dos usuários de droga nas ruas, das "Cracolandias", tão
debatido e pouco tratado, traz agora mais um dado de pesquisa com a aprovação
maioritária da população para a internação involuntária. Alegam por isso os
especialistas, desinformação.
Entre a maioria que prefere a internação e os especialistas que indicam o tratamento ambulatorial voluntário vai um grande vazio onde se encontram milhares de pessoas doentes e marginalizadas, simplesmente abandonadas à sorte, num total descaso das autoridades e mesmo da população.
As experiências adotadas em outros países levam em conta suas características e não necessariamente seriam indicadas para o Brasil. As "casas de chuto" em Portugal por exemplo não se aplicariam devido à própria dimensão do problema, mas principalmente pela sua natureza, sendo ela no Brasil uma enorme desigualdade social que cada vez mais exclui os que não possuem mínima estruturação. Exceto os casos diferentes de menor número, o que se vê na verdade são milhares de excluídos sociais de comportamento potencialmente perigoso. Pode-se mesmo fazer um paralelo com os menores criminosos que não são detidos por força da lei.
Fica claro, e essa é a percepção da maioria, que é preciso confina-los e trata-los compulsoriamente, havendo também o recurso ambulatorial para os outros tipos de comportamento em que podem ser aplicados.
É um enorme problema de saúde pública que requer recursos e profissionalismo visando a reinserção social e principalmente a restruturação familiar do doente.
Para a raiz do problema, a retomada do crescimento económico com justiça social seriam as soluções definitivas.
Enquanto isso é preciso agir rapidamente!
Entre a maioria que prefere a internação e os especialistas que indicam o tratamento ambulatorial voluntário vai um grande vazio onde se encontram milhares de pessoas doentes e marginalizadas, simplesmente abandonadas à sorte, num total descaso das autoridades e mesmo da população.
As experiências adotadas em outros países levam em conta suas características e não necessariamente seriam indicadas para o Brasil. As "casas de chuto" em Portugal por exemplo não se aplicariam devido à própria dimensão do problema, mas principalmente pela sua natureza, sendo ela no Brasil uma enorme desigualdade social que cada vez mais exclui os que não possuem mínima estruturação. Exceto os casos diferentes de menor número, o que se vê na verdade são milhares de excluídos sociais de comportamento potencialmente perigoso. Pode-se mesmo fazer um paralelo com os menores criminosos que não são detidos por força da lei.
Fica claro, e essa é a percepção da maioria, que é preciso confina-los e trata-los compulsoriamente, havendo também o recurso ambulatorial para os outros tipos de comportamento em que podem ser aplicados.
É um enorme problema de saúde pública que requer recursos e profissionalismo visando a reinserção social e principalmente a restruturação familiar do doente.
Para a raiz do problema, a retomada do crescimento económico com justiça social seriam as soluções definitivas.
Enquanto isso é preciso agir rapidamente!
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