O problema dos fugitivos do Mediterrâneo é absolutamente
desumano e sua visão meramente partidária só o piora.
A Direita não quer saber de refugiados e a Esquerda não admite deixar de recolhê-los sem com isso preocupar-se com sua integração.
A despeito do Humanitarismo e das questões econômicas mais pragmáticas, o que sobressai de fato é o desinteresse em se buscar as causas e soluções para esse problema que não dá mostras de acabar.
O ambiente xenófobo dos países mais afetados não deve ser estranho de todo devido às suas condições económicas e ao consequente desemprego. Outro fator inegável deve-se à segregação real em detrimento do pretenso multiculturalismo social que se verifica nas sociedades europeias.
O acolhimento de refugiados é absolutamente necessário ao mesmo tempo que deve cumprir com os requisitos que evitam o abuso e o abominável tráfico humano.
Enquanto as condições política e económica dos países africanos não deixarem de causar esse êxodo, o continente europeu será o alvo.
Em se tratando do risco de perda de vidas humanas há que se evitar simplesmente que partam da costa e existem meios para isso. A própria UE poderia colaborar com essas operações além de tentar organizar nos países de origem os processos emigratórios.
A recepção indiscriminada desses fugitivos agrava o problema e deveria ser desincentivada. Os voluntários que quisessem intervir deveriam agir à montante, em acordo com as autoridades africanas, reconduzindo as embarcações aos portos.
Todos os esforços devem preservar vidas, cooperando-se com os países para que sejam criadas condições que retenham sua população dignamente.
A Direita não quer saber de refugiados e a Esquerda não admite deixar de recolhê-los sem com isso preocupar-se com sua integração.
A despeito do Humanitarismo e das questões econômicas mais pragmáticas, o que sobressai de fato é o desinteresse em se buscar as causas e soluções para esse problema que não dá mostras de acabar.
O ambiente xenófobo dos países mais afetados não deve ser estranho de todo devido às suas condições económicas e ao consequente desemprego. Outro fator inegável deve-se à segregação real em detrimento do pretenso multiculturalismo social que se verifica nas sociedades europeias.
O acolhimento de refugiados é absolutamente necessário ao mesmo tempo que deve cumprir com os requisitos que evitam o abuso e o abominável tráfico humano.
Enquanto as condições política e económica dos países africanos não deixarem de causar esse êxodo, o continente europeu será o alvo.
Em se tratando do risco de perda de vidas humanas há que se evitar simplesmente que partam da costa e existem meios para isso. A própria UE poderia colaborar com essas operações além de tentar organizar nos países de origem os processos emigratórios.
A recepção indiscriminada desses fugitivos agrava o problema e deveria ser desincentivada. Os voluntários que quisessem intervir deveriam agir à montante, em acordo com as autoridades africanas, reconduzindo as embarcações aos portos.
Todos os esforços devem preservar vidas, cooperando-se com os países para que sejam criadas condições que retenham sua população dignamente.
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