O mundo continua consumindo rapidamente seus recursos e o planeta sofre.
As sociedades evoluem na medida que produzem e consomem, numa crescente sanha, até que se conscientizem e busque-se então a estabilidade sustentável. Em toda parte os recursos continuam sendo consumidos até a exaustão e seus rejeitos poluindo e danificando ainda mais o ambiente.
Aquelas que ainda não atingiram um certo grau de desenvolvimento continuam a consumir até o saciedade. O coletivo comporta-se da mesma forma que o indivíduo que diminui o seu consumo na medida que amadurece. A lógica económica determina esse comportamento insano; cria e mantém empregos na função da produção e do consumo, não importa o limite. Os efeitos no ambiente apesar de notados são menosprezados. Ainda há muitos que não consomem tudo o que querem e outros que ainda não lucraram tudo o que podem.
Como terminará isso? Estamos condenados à extinção? Ainda não. Nessa era do planeta ainda haverá tempo para a recuperação, se começarmos a admitir e mudar esse comportamento agora.
Apesar das iniciativas globais para essa mudança, os Estados mais ricos fazem pouco ou nada nesse sentido, restam as medidas individuais que lentamente conscientizam ainda muito poucos.
Sem a intervenção dos governos numa ação concertada, muito pouco poderá ser feito. Caberá ao eleitor essa dura tarefa de lutar pela sobrevivência. Já havendo conhecimento científico suficiente que demonstra onde se deve agir, resta colocar essas medidas nos programas de governo, tão importantes como quaisquer outras mais urgentes, e essa discussão tão necessária, não pode ficar por medidas hipócritas e gananciosas, como pagar pelo "saldo" ambiental de países menos desenvolvidos, como se isso resolvesse a questão. Não se pode admitir que destruamos nossas vidas e a de outros seres em troca de dinheiro!
Talvez utilizando essa mesma medida, nos defrontemos com a situação de estarmos a perder dinheiro com os prejuízos ambientais, neles considerados as perdas de vida... talvez quem sabe assim, na mesma lógica económica, paremos e reavaliemos tudo isso.
Deve ser mais barato ficar por aqui do que ter que ir para outros mundos...
As sociedades evoluem na medida que produzem e consomem, numa crescente sanha, até que se conscientizem e busque-se então a estabilidade sustentável. Em toda parte os recursos continuam sendo consumidos até a exaustão e seus rejeitos poluindo e danificando ainda mais o ambiente.
Aquelas que ainda não atingiram um certo grau de desenvolvimento continuam a consumir até o saciedade. O coletivo comporta-se da mesma forma que o indivíduo que diminui o seu consumo na medida que amadurece. A lógica económica determina esse comportamento insano; cria e mantém empregos na função da produção e do consumo, não importa o limite. Os efeitos no ambiente apesar de notados são menosprezados. Ainda há muitos que não consomem tudo o que querem e outros que ainda não lucraram tudo o que podem.
Como terminará isso? Estamos condenados à extinção? Ainda não. Nessa era do planeta ainda haverá tempo para a recuperação, se começarmos a admitir e mudar esse comportamento agora.
Apesar das iniciativas globais para essa mudança, os Estados mais ricos fazem pouco ou nada nesse sentido, restam as medidas individuais que lentamente conscientizam ainda muito poucos.
Sem a intervenção dos governos numa ação concertada, muito pouco poderá ser feito. Caberá ao eleitor essa dura tarefa de lutar pela sobrevivência. Já havendo conhecimento científico suficiente que demonstra onde se deve agir, resta colocar essas medidas nos programas de governo, tão importantes como quaisquer outras mais urgentes, e essa discussão tão necessária, não pode ficar por medidas hipócritas e gananciosas, como pagar pelo "saldo" ambiental de países menos desenvolvidos, como se isso resolvesse a questão. Não se pode admitir que destruamos nossas vidas e a de outros seres em troca de dinheiro!
Talvez utilizando essa mesma medida, nos defrontemos com a situação de estarmos a perder dinheiro com os prejuízos ambientais, neles considerados as perdas de vida... talvez quem sabe assim, na mesma lógica económica, paremos e reavaliemos tudo isso.
Deve ser mais barato ficar por aqui do que ter que ir para outros mundos...
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