Muita legislação trabalhista e pouco proveito...
O "emprego" já não existe no mundo privado e só persiste na esfera pública porque o contribuinte ainda não acabou com ele... como será daqui para frente?
Como se valora uma empresa?
Que parte seus donos concordariam vender a outros?
Com que percentual da empresa é possível um sócio decidir sobre o investimento? Até onde abrir a contabilidade e sua condição financeira?
Quanto estaria o dono disposto a vender dependeria em muito do retorno que estivesse a obter, ou em oposto, do tamanho do prejuízo e das dívidas.
Esse é o ponto da questão totalmente subjetiva, quando se trata de abrir o capital de uma pequena empresa, de uma pessoa ou família que tem ali toda uma vida de dedicação, muitas vezes herdada. É do sentimento do dono, da sua percepção do que representa a empresa para ele, regra geral confundindo-se com sua própria vida, que se trata a ideia de repartir seu negócio.
Restringimo-nos aqui às micro e pequenas empresas, as maiores empregadoras, em sua quase totalidade de mão-de-obra com baixa qualificação, alta rotatividade e os proprietários, eles próprios com pouca formação acadêmica e nenhum conhecimento de gestão. Esse é o quadro onde se pretenderia criar uma revolucionária relação entre patrão e empregado, fazendo desses também donos.
Haveria interesse do patrão? Quereriam esses empregados assumir essas responsabilidades?
Provavelmente não diante das atuais condições. Poderia se supor que nas médias e grandes empresas, com muitos níveis hierárquicos de gestores com formação profissional e altas responsabilidades, estes desejassem um papel mais decisório e melhor remunerado como sócio ao invés de empregado. Talvez a resposta também fosse negativa porque não quereriam trocar seus altos salários "estáveis" pelo risco do negócio e do mercado.
Talvez, como numa "Curva de Lafer", houvesse um ponto máximo a partir do qual as retribuições desencorajassem o empreendedorismo. Para estes casos as participações de resultados têm funcionado muito bem.
A resposta deve estar na grande massa empregadora de pessoal de baixa remuneração. É neste meio que deve ser experimentada essa nova ideia, e com ela defrontarmos toda a fragilidade e incertezas da figura tradicional do emprego e do contrato de trabalho que estão a desaparecer.
Novos modelos são rejeitados ao início mas vale a pena pensar nas vantagens:
1. O empregado desmotivado com sua condição de "alugado", encontraria satisfação por se sentir criativo e responsável pelos seus rendimentos.
2. O empregador repartiria os riscos e teria mais recursos para investir. É um peso enorme empreender.
3. Seria praticamente eliminada a dispendiosa rotatividade e se alcançaria maior estabilidade para os projetos de vida do empregado.
4. Os clientes sentiriam-se mais satisfeitos pela ideia de compromisso pessoal e justiça social.
5. Haveria menos desigualdade!
6. Haveria mais possibilidade de investimento e longevidade da empresa.
7. Várias pessoas contribuem melhor para a tomada de decisões acertadas.
O "emprego" já não existe no mundo privado e só persiste na esfera pública porque o contribuinte ainda não acabou com ele... como será daqui para frente?
Como se valora uma empresa?
Que parte seus donos concordariam vender a outros?
Com que percentual da empresa é possível um sócio decidir sobre o investimento? Até onde abrir a contabilidade e sua condição financeira?
Quanto estaria o dono disposto a vender dependeria em muito do retorno que estivesse a obter, ou em oposto, do tamanho do prejuízo e das dívidas.
Esse é o ponto da questão totalmente subjetiva, quando se trata de abrir o capital de uma pequena empresa, de uma pessoa ou família que tem ali toda uma vida de dedicação, muitas vezes herdada. É do sentimento do dono, da sua percepção do que representa a empresa para ele, regra geral confundindo-se com sua própria vida, que se trata a ideia de repartir seu negócio.
Restringimo-nos aqui às micro e pequenas empresas, as maiores empregadoras, em sua quase totalidade de mão-de-obra com baixa qualificação, alta rotatividade e os proprietários, eles próprios com pouca formação acadêmica e nenhum conhecimento de gestão. Esse é o quadro onde se pretenderia criar uma revolucionária relação entre patrão e empregado, fazendo desses também donos.
Haveria interesse do patrão? Quereriam esses empregados assumir essas responsabilidades?
Provavelmente não diante das atuais condições. Poderia se supor que nas médias e grandes empresas, com muitos níveis hierárquicos de gestores com formação profissional e altas responsabilidades, estes desejassem um papel mais decisório e melhor remunerado como sócio ao invés de empregado. Talvez a resposta também fosse negativa porque não quereriam trocar seus altos salários "estáveis" pelo risco do negócio e do mercado.
Talvez, como numa "Curva de Lafer", houvesse um ponto máximo a partir do qual as retribuições desencorajassem o empreendedorismo. Para estes casos as participações de resultados têm funcionado muito bem.
A resposta deve estar na grande massa empregadora de pessoal de baixa remuneração. É neste meio que deve ser experimentada essa nova ideia, e com ela defrontarmos toda a fragilidade e incertezas da figura tradicional do emprego e do contrato de trabalho que estão a desaparecer.
Novos modelos são rejeitados ao início mas vale a pena pensar nas vantagens:
1. O empregado desmotivado com sua condição de "alugado", encontraria satisfação por se sentir criativo e responsável pelos seus rendimentos.
2. O empregador repartiria os riscos e teria mais recursos para investir. É um peso enorme empreender.
3. Seria praticamente eliminada a dispendiosa rotatividade e se alcançaria maior estabilidade para os projetos de vida do empregado.
4. Os clientes sentiriam-se mais satisfeitos pela ideia de compromisso pessoal e justiça social.
5. Haveria menos desigualdade!
6. Haveria mais possibilidade de investimento e longevidade da empresa.
7. Várias pessoas contribuem melhor para a tomada de decisões acertadas.
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