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Em segundo lugar nas prioridades do Rio está a questão dos transportes.
Em todos os grandes centros urbanos é indiscutível a adequação do transporte coletivo. O uso do automóvel deve ser totalmente interdito ao mesmo tempo que deve ser incentivado o uso de bicicletas e motociclos elétricos no centro das cidades.
O metrô é o meio de transporte coletivo mais apropriado. Linhas radiais, subterrâneas ou de superfície, devem ser projetadas em número suficiente que atenda ao comprimento máximo do arco perimetral da zona central da cidade, de forma que cada "setor" que abranja a zona central e os subúrbios envolventes não ultrapasse o número máximo de utentes que uma linha pode transportar com o máximo de carruagens em hora de ponta.
Linhas de autocarros, obrigatoriamente elétricos na zona central, com trajetos circulares concêntricas interceptariam as estações do metrô com bilhetes únicos.
Nas estações limítrofes do perímetro da zona exterior devem ser previstos grandes parques de estacionamento de automóveis.
Os moradores da zona central proprietários de automóveis devidamente chipados, só teriam permissão para entrar e sair um número limitado de vezes, da mesma forma os veículos para carga e descarga de mercadorias e em horário noturno. 

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