É fácil
equacionar esse problema.
O que é preciso acabar e o que deve ser feito são conhecidos por todos há muito tempo.
Essa ação, quase sempre conflitante, cabe ao poder executivo, endossado pelo legislativo e judiciário.
Os governos anteriores, comodamente, e mesmo de forma dolosa, não o fizeram.
O governo atual que foi eleito para romper com o modelo anterior tem toda a legitimidade e força para o fazer.
Não consegue porque encontra obstáculos nos outros poderes que não querem essas ações. O poder legislativo também eleito legitimamente, paradoxalmente não defende esses interesses. O poder judiciário, fisiológico, não resguarda esses interesses.
Qual seria a forma de resolver esta inequação?
Uma solução seria instituir o que se chama de recall eleitoral.
Conseguir a aprovação de uma petição como essa não seria fácil, mas a pressão de um número gigantesco de assinaturas seria o bastante para que o poder do eleitor realmente prevalecesse.
O que é preciso acabar e o que deve ser feito são conhecidos por todos há muito tempo.
Essa ação, quase sempre conflitante, cabe ao poder executivo, endossado pelo legislativo e judiciário.
Os governos anteriores, comodamente, e mesmo de forma dolosa, não o fizeram.
O governo atual que foi eleito para romper com o modelo anterior tem toda a legitimidade e força para o fazer.
Não consegue porque encontra obstáculos nos outros poderes que não querem essas ações. O poder legislativo também eleito legitimamente, paradoxalmente não defende esses interesses. O poder judiciário, fisiológico, não resguarda esses interesses.
Qual seria a forma de resolver esta inequação?
Uma solução seria instituir o que se chama de recall eleitoral.
Conseguir a aprovação de uma petição como essa não seria fácil, mas a pressão de um número gigantesco de assinaturas seria o bastante para que o poder do eleitor realmente prevalecesse.
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