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Das maiores dificuldades para a aprovação das reformas estão a pulverização e o enfraquecimento das forças políticas no Congresso.
Num regime presidencialista por voto direto, tão ao gosto dos nossos costumes, não caberiam tantos partidos que pudessem apoiar ou se opor ao seu governo, quantas as duas posições mais distintas em relação à condução da economia; uma mais liberal e outra mais estatizante.
Dois grandes partidos que formassem situação e oposição, coadjuvados por alguns outros menores que representassem posições mais focadas nos comportamentos, tais como os partidos verdes ou aqueles mais populistas.
Estamos a falar de no máximo uma mão cheia de partidos políticos que deveriam coerentemente manter suas concepções ideológicas, por forma a poderem identificar-se claramente com as convicções dos seus eleitores.
Todas as regras atuais para a formação partidária são meramente fisiológicas e prejudiciais à boa condução dos assuntos públicos, devendo ser portanto rapidamente alteradas. 

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