Com a
Abertura, no governo do Rio com Leonel Brizola, iniciou-se uma mudança de
valores e costumes que viria a ser profunda na sociedade carioca.
Sob o pretexto populista de privilegiar os mais desfavorecidos, o ideal socialista de Darcy Ribeiro, seu colaborador, passou a nortear as políticas públicas para o cidadão e a família com o conceito dos CIEP's.
O novo sentimento das liberdades democráticas, a tolerância em relação ao uso de drogas e aos pequenos delitos, a supervalorização de minorias, em especial a exaltação da figura do "negro da favela", mas sobretudo como consequência, o crescimento do tráfico de drogas e armas de fogo pesadas, criaram as condições para o actual quadro de desordem e violência.
O ambiente de crise económica da época acarretou o empobrecimento da população que, aliado ao crescimento demográfico e ao laxismo das autoridades, fez aumentar rapidamente as zonas de favelas e a degradação dos bairros de classe média.
O falhanço do sistema educacional e da saúde pública, agravou o padrão de vida da população de baixa renda, em maior número, marginalizando-a ainda mais em relação à pequena parte privilegiada da sociedade. Esta, indiferente à situação, cada vez mais segregada em zonas de segurança fechadas, conivente com políticos e policiais corruptos, consumista e irresponsável, exacerbou ainda mais a desigualdade e a exclusão de oportunidades para a grande massa da população.
Estavam assim montadas as condições para o alastramento da violência e o descontrolo das finanças do Estado que vieram a agravar-se durante os últimos governos da esquerda populista.
Em resumo conclui-se que, mais que o agravamento das condições económicas e a corrupção das autoridades, as causas primárias da actual crise social estão no distanciamento dos tradicionais valores morais e no agravamento das desigualdades causado pelo alheamento e segregação das classes privilegiadas.
São esses os factores que podem reverter a situação e recuperar o bem-estar social, influenciando solidamente o saneamento da política e o crescimento económico.
Sob o pretexto populista de privilegiar os mais desfavorecidos, o ideal socialista de Darcy Ribeiro, seu colaborador, passou a nortear as políticas públicas para o cidadão e a família com o conceito dos CIEP's.
O novo sentimento das liberdades democráticas, a tolerância em relação ao uso de drogas e aos pequenos delitos, a supervalorização de minorias, em especial a exaltação da figura do "negro da favela", mas sobretudo como consequência, o crescimento do tráfico de drogas e armas de fogo pesadas, criaram as condições para o actual quadro de desordem e violência.
O ambiente de crise económica da época acarretou o empobrecimento da população que, aliado ao crescimento demográfico e ao laxismo das autoridades, fez aumentar rapidamente as zonas de favelas e a degradação dos bairros de classe média.
O falhanço do sistema educacional e da saúde pública, agravou o padrão de vida da população de baixa renda, em maior número, marginalizando-a ainda mais em relação à pequena parte privilegiada da sociedade. Esta, indiferente à situação, cada vez mais segregada em zonas de segurança fechadas, conivente com políticos e policiais corruptos, consumista e irresponsável, exacerbou ainda mais a desigualdade e a exclusão de oportunidades para a grande massa da população.
Estavam assim montadas as condições para o alastramento da violência e o descontrolo das finanças do Estado que vieram a agravar-se durante os últimos governos da esquerda populista.
Em resumo conclui-se que, mais que o agravamento das condições económicas e a corrupção das autoridades, as causas primárias da actual crise social estão no distanciamento dos tradicionais valores morais e no agravamento das desigualdades causado pelo alheamento e segregação das classes privilegiadas.
São esses os factores que podem reverter a situação e recuperar o bem-estar social, influenciando solidamente o saneamento da política e o crescimento económico.
Comentários
Enviar um comentário