As
pessoas nāo querem se falar.
Queremos buscar novidades em silêncio. Nos interessamos pelo que não está em nós, pelo que possa vir dos outros que muitas vezes não conhecemos, mas não do que vem de quem nos é familiar e está tão próximo.
É aterrorizante pensar nisso.
As tecnologias nos dão todas oportunidades, mas quanto mais podemos, menos queremos nos falar... nos limitamos aos bonequinhos, carinhas, reencaminhar coisas que nem são mesmo nossas... que coisa triste substituir uma gostosa gargalhada por uma repetição de letras mortas...
Nos aborrece ter que falar, ouvir outra pessoa... nos aborrece sermos simplesmente pessoas frágeis e cheias de defeitos. Dar a conhecer e conhecer dificuldades. Não queremos enfrentar isso. Queremos viver um mundo sem sentimentos, que não nos machuque. Queremos a artificialidade que empanturra mas não sacia... vem o vazio e a solidão e procuramos mais e mais novidades...
Que raio de comportamento é esse que nos isola? Por que motivo estamos assim? Egoísmo? Desculpa de falta de tempo ou simplesmente desinteresse? Nossas vidas estão muito ocupadas com o dia-a-dia tão importante que não sobra tempo para falar com ninguém. Boa justificativa.
Quem consegue mentir para si mesmo? Quando a consciência desperta para isso, ficamos assustados mas ainda não o suficiente para rever com atenção o que se passa connosco. Parece-nos confortável ficar assim nesse isolamento letárgico.
Não há uma razão única embora quase todos sofram de uma mesma; o hedonismo.
Desinteresse com tudo e todos que nos façam sair de um falso conforto. Que nos façam encarar a vida como ela é, com alegrias e tristezas, com sucessos e desaires, também prazer e dor.
Não queremos ser fracos e vulneráveis. É penoso refletir e admitir que não temos tudo sob controlo, que nem tudo depende de nós e que num átimo tudo pode mudar...
As pessoas estão iludidas.
As pessoas nāo querem sua humanidade!
Queremos buscar novidades em silêncio. Nos interessamos pelo que não está em nós, pelo que possa vir dos outros que muitas vezes não conhecemos, mas não do que vem de quem nos é familiar e está tão próximo.
É aterrorizante pensar nisso.
As tecnologias nos dão todas oportunidades, mas quanto mais podemos, menos queremos nos falar... nos limitamos aos bonequinhos, carinhas, reencaminhar coisas que nem são mesmo nossas... que coisa triste substituir uma gostosa gargalhada por uma repetição de letras mortas...
Nos aborrece ter que falar, ouvir outra pessoa... nos aborrece sermos simplesmente pessoas frágeis e cheias de defeitos. Dar a conhecer e conhecer dificuldades. Não queremos enfrentar isso. Queremos viver um mundo sem sentimentos, que não nos machuque. Queremos a artificialidade que empanturra mas não sacia... vem o vazio e a solidão e procuramos mais e mais novidades...
Que raio de comportamento é esse que nos isola? Por que motivo estamos assim? Egoísmo? Desculpa de falta de tempo ou simplesmente desinteresse? Nossas vidas estão muito ocupadas com o dia-a-dia tão importante que não sobra tempo para falar com ninguém. Boa justificativa.
Quem consegue mentir para si mesmo? Quando a consciência desperta para isso, ficamos assustados mas ainda não o suficiente para rever com atenção o que se passa connosco. Parece-nos confortável ficar assim nesse isolamento letárgico.
Não há uma razão única embora quase todos sofram de uma mesma; o hedonismo.
Desinteresse com tudo e todos que nos façam sair de um falso conforto. Que nos façam encarar a vida como ela é, com alegrias e tristezas, com sucessos e desaires, também prazer e dor.
Não queremos ser fracos e vulneráveis. É penoso refletir e admitir que não temos tudo sob controlo, que nem tudo depende de nós e que num átimo tudo pode mudar...
As pessoas estão iludidas.
As pessoas nāo querem sua humanidade!
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