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A Cultura no seu sentido artístico seria mesmo uma atribuição de Estado?
Essa questão vale um Ministério/Secretaria; dá no mesmo em relação ao que se perde ao invés do que se ganha.
Fomentar o cinema nacional, financiar uma TV de utilidade pública, não daria o mesmo que subsidiar museus que se incendeiam por falta de sprinklers?
No lugar da iniciativa de ação do Estado, quase sempre corrompida como em outros países também, a Cultura, certamente um interesse de Estado, não seria melhor cuidada através de reações à iniciativas?
Deixar aos mecenas privados esse papel? 

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